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    Delimitação das unidades de conservação federais em Minas Gerais, sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e classificadas quanto a tipologia de conservação – Proteção Integral ou Desenvolvimento Sustentável.

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    Delimitação das unidades de conservação estaduais em Minas Gerais, sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e classificadas quanto a tipologia de conservação – Proteção Integral ou Desenvolvimento Sustentável.

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    Representação vetorial dos locais de contato hidroestatigráfico em MG, mapeados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) por meio do Projeto “Mapa Hidrogeológico do Estado de Minas Gerais, escala1:500.000, e detalhamento do Quadrilátero Ferrífero, escala 1:100.000"

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    Representações matriciais da densidade de energia eólica (em W/m²) à 10, 50, 100, 150 e 200 metros de altura em relação a superfície, mapeadas por meio do Atlas Eólico Global (Global Wind Atlas).

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    Representações matriciais da velocidade dos ventos (m/s) em alturas de 10, 50, 100, 150 e 200 metros da superfície, conforme mapeamento global disponível no Atlas Eólico Global (Global Wind Atlas)

  • Área de atuação institucional da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)

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    Camada matricial com o quantitativo potencial de energia fotovoltaica em MG, por kWh, conforme mapeamento do Atlas Solar Global (Global Solar Atlas).

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    O Diagnóstico Ambiental do Estado de Minas Gerais foi estruturado para oferecer uma leitura abrangente, integrada e espacialmente desenvolvido sobre as condições ambientais do território mineiro, consolidando-se como instrumento estratégico de suporte ao planejamento e à definição das diretrizes do Plano Anual de Fiscalização (PAF). Em Fatores de Pressão o propósito central é identificar os fatores de pressão ambiental, por meio de uma malha de hexágonos que recobre todo o território de Minas Gerais, permitindo agrupar, comparar e interpretar dados ambientais à escala das Unidades Regionais de Fiscalização (URFIS). Essa estrutura possibilita identificar padrões que exercem impacto negativo sobre o meio ambiente, causando alterações nos ecossistemas e nos recursos naturais

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas à garantia de suprimento por fontes subterrâneas, no âmbito do Eixo 2 – Produção Sustentável e Uso Racional dos Recursos Hídricos, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise espacial multicritério aplicada às Unidades Agregadas derivadas da Base Hidrográfica Ottocodificada, tendo como critério principal a criticidade hídrica subterrânea, que considera conjuntamente o balanço hídrico subterrâneo (com base nas outorgas e usos insignificantes) e a existência de Áreas de Restrição e Controle (ARC). A classificação inicial das unidades agregadas foi definida a partir do grau de comprometimento hídrico subterrâneo, com atribuição de pesos proporcionais aos níveis de criticidade e aplicação de fator adicional nas áreas com ARC. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • demandas totais por águas subterrâneas • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à segurança hídrica associada às águas subterrâneas. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas à garantia de suprimento por fontes superficiais, no âmbito do Eixo 2 - Produção Sustentável e Uso Racional dos Recursos Hídricos, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise espacial multicritério aplicada às Unidades Agregadas derivadas da Base Hidrográfica Ottocodificada, tendo como critério principal o balanço hídrico superficial, calculado com base na relação entre outorgas e a vazão de referência Q7,10, adotada no Estado de Minas Gerais. A classificação inicial das unidades agregadas foi definida a partir do grau de comprometimento hídrico superficial, com atribuição de pesos proporcionais aos níveis de criticidade. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • existência de Declaração de Área de Conflito (DAC) • demandas totais por águas superficiais • Índice de Qualidade das Águas (IQA) • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos • grau de prevalência de eventos extremos de estiagem As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à segurança hídrica associada às águas superficiais. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229