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  • Potencial de Uso Conservacionista (PUC) das áreas de preservação permanente (APPs) da sub-bacia do rio Manso, resultante sobreposição do mapeamento de APPs com o mapeamento do PUC realizado na sub-bacia. O mapeamento constitui parte do Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) elaborado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2018.

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    Mapeamento das Unidades de Paisagem (UPs) da sub-bacia do ribeirão Santa Juliana, a partir da metodologia proposta por Fernandes (2013). O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Paisagem Ambiental em 2017.

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    Mapeamento das Áreas conservadas e antropizadas do conjunto de sub-bacias do baixo trecho da bacia do rio do Carmo, elaborado a partir da análise quantitativa das classes de uso e ocupação do solo, além da geração do Índice de conservação da sub-bacia. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela EMATER-MG em 2017.

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    Situação da antropização das áreas de preservação permanente da sub-bacia do Rio Pardo. Zoneamento Ambiental e Produtivo (ZAP) da região sudoeste do município de Diamantina-MG, visando o planejamento e gestão territorial para o uso sustentável dos recursos naturais. O trabalho integra as ações do Acordo de Cooperação Técnica nº 7/2023 com a finalidade de planejar o uso do solo considerando a dualidade do seu território que possui vocação para atividades agrossilvipastoris e relevância como Patrimônio Cultural da Humanidade e destino ecoturístico.

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas ao componente de Abastecimento de Água, no âmbito do Eixo 3 – Saneamento, Controle da Poluição e Obras Hídricas, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise multicritério, combinando informações em base municipal posteriormente convertidas para a escala das Unidades Agregadas, conforme metodologia de ponderação definida no RF003. Em função da natureza dos dados disponíveis para o eixo, a conversão foi realizada por média ponderada pela população municipal (Censo 2022), de modo a refletir de forma mais aderente a realidade da prestação dos serviços. A classificação considerou como critério principal a defasagem no abastecimento de água, entendida como o conjunto de déficits estruturais e operacionais dos sistemas municipais de abastecimento. Esse critério agrega indicadores de cobertura do serviço em relação à meta de universalização (99%), níveis de eficiência na produção e distribuição de água, Índice de Segurança Hídrica Urbano e ocorrência de racionamentos, permitindo identificar municípios com maior vulnerabilidade no atendimento à população. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • captações potencialmente impactadas por rompimento de barragens • capacidade de reservação per capita urbana de água tratada • existência de entidade reguladora do serviço • Índice de Qualidade das Águas (IQA) • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à ampliação da segurança hídrica no abastecimento público. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229

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    Usuários de Água Subterrânea de Outorgas Individuais e de Cadastro Insignificante da bacia hidrográfica de Ouro Preto consistidos a partir dos procedimentos mencionados na 4ª edição da metodologia.

  • Identificação da disponibilidade hídrica do conjunto de sub-bacias do alto trecho do rio Doce, através da relação entre a vazão de referência do trecho e a demanda hídrica estimada. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela EMATER-MG em 2017.

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    Identificação da disponibilidade hídrica da sub-bacia do Ribeirão das Almas, através da relação entre a vazão de referência do trecho e a demanda hídrica estimada. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pelo Instituto Antônio Ernesto de Salvo (INAES) em 2018

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    Usuários de água superficial de Outorgas Individuais e de Cadastro Insignificante da sub-bacia do Rio Pardo. Zoneamento Ambiental e Produtivo (ZAP) da região sudoeste do município de Diamantina-MG, visando o planejamento e gestão territorial para o uso sustentável dos recursos naturais. O trabalho integra as ações do Acordo de Cooperação Técnica nº 7/2023 com a finalidade de planejar o uso do solo considerando a dualidade do seu território que possui vocação para atividades agrossilvipastoris e relevância como Patrimônio Cultural da Humanidade e destino ecoturístico.

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    Classes de cobertura e uso da terra da sub-bacia do Rio Pardo. Zoneamento Ambiental e Produtivo (ZAP) da região sudoeste do município de Diamantina-MG, visando o planejamento e gestão territorial para o uso sustentável dos recursos naturais. O trabalho integra as ações do Acordo de Cooperação Técnica nº 7/2023 com a finalidade de planejar o uso do solo considerando a dualidade do seu território que possui vocação para atividades agrossilvipastoris e relevância como Patrimônio Cultural da Humanidade e destino ecoturístico.