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Delimitação das unidades de conservação estaduais em Minas Gerais, sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e classificadas quanto a tipologia de conservação – Proteção Integral ou Desenvolvimento Sustentável.
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Mapeamento das Áreas de Preservação Permanente da sub-bacia do rio Preto, elaborado a partir da geração de raios em torno de corpos hídricos, em conformidade com o disposto pela Lei nº 20.922/2013. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em 2022.
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Mapeamento das Áreas conservadas e antropizadas da sub-bacia do ribeirão Santa Isabel, elaborado a partir da análise quantitativa das classes de uso e ocupação do solo, além da geração do Índice de conservação da sub-bacia. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Fundação Alexander Brandt (FABRANDT) em 2018.
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Mapeamento das Áreas conservadas e antropizadas da sub-bacia do Ribeirão das Almas, elaborado a partir da análise quantitativa das classes de uso e ocupação do solo, além da geração do Índice de conservação da sub-bacia. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pelo Instituto Antônio Ernesto de Salvo (INAES) em 2018
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Camada temática que representa o Índice Global de Prioridade do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH), consolidando em uma única classificação os resultados obtidos nos três eixos temáticos do Plano para o Estado de Minas Gerais. O Índice Global foi construído a partir da integração dos sete componentes de análise do PMSH (Conservação, Restauração, Águas Superficiais, Águas Subterrâneas, Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário e Eventos Extremos de Cheias), permitindo uma visão sintética e comparativa das prioridades territoriais. Os resultados foram consolidados e distribuídos em dez níveis de prioridade, possibilitando a hierarquização das Unidades Agregadas segundo o grau relativo de criticidade frente às múltiplas dimensões da segurança hídrica consideradas no Plano. Os níveis de prioridade variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229
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Usuários de água superficial de outorgas individuais e de cadastro insignificante da sub-bacia hidrográfica do Córrego Rico, consistidos a partir dos procedimentos mencionados na 3ª edição da metodologia do Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP). O mapeamento integra o ZAP da sub-bacia, elaborado em 2022
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Níveis de Degradação de Pastagem das áreas das sub-bacias hidrográficas do município de Ouro Preto
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Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas ao componente de Abastecimento de Água, no âmbito do Eixo 3 – Saneamento, Controle da Poluição e Obras Hídricas, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise multicritério, combinando informações em base municipal posteriormente convertidas para a escala das Unidades Agregadas, conforme metodologia de ponderação definida no RF003. Em função da natureza dos dados disponíveis para o eixo, a conversão foi realizada por média ponderada pela população municipal (Censo 2022), de modo a refletir de forma mais aderente a realidade da prestação dos serviços. A classificação considerou como critério principal a defasagem no abastecimento de água, entendida como o conjunto de déficits estruturais e operacionais dos sistemas municipais de abastecimento. Esse critério agrega indicadores de cobertura do serviço em relação à meta de universalização (99%), níveis de eficiência na produção e distribuição de água, Índice de Segurança Hídrica Urbano e ocorrência de racionamentos, permitindo identificar municípios com maior vulnerabilidade no atendimento à população. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • captações potencialmente impactadas por rompimento de barragens • capacidade de reservação per capita urbana de água tratada • existência de entidade reguladora do serviço • Índice de Qualidade das Águas (IQA) • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à ampliação da segurança hídrica no abastecimento público. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229
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Camada temática que representa as áreas prioritárias para Conservação da Biodiversidade e dos Serviços Ecossistêmicos Relacionados à Água, no âmbito do Eixo 1 - Conservação e Restauração da Biodiversidade e dos Serviços Ecossistêmicos Relacionados à Água, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada com base na Base Hidrográfica Ottocodificada IGAM (2021), utilizando abordagem multicritério com análise espacial aplicada às Unidades Agregadas derivadas das ottobacias das Circunscrições Hidrográficas de Minas Gerais. Foram considerados critérios relacionados à segurança hídrica e à integridade ecológica dos ecossistemas aquáticos, incluindo: • vazões demandadas para abastecimento público; • potencial de recarga hídrica (geomorfologia); • grupos hidrológicos de solo; • áreas e trechos prioritários para conservação da biodiversidade aquática, trechos livres de rios e; • comprometimento hídrico (relação entre outorgas e Q7,10). As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir de sistema de pontuação baseado em quartis e ponderação territorial, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para conservação da biodiversidade associada aos recursos hídricos. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229
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Mapeamento de uso e ocupação do solo da sub-bacia do ribeirão Santa Isabel, elaborado a partir da classificação supervisionada de imagens Sentinel-2 e Google, além de validação em campo. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Fundação Alexander Brandt (FABRANDT) em 2018.
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