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    Delimitação das unidades de conservação estaduais em Minas Gerais, sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e classificadas quanto a tipologia de conservação – Proteção Integral ou Desenvolvimento Sustentável.

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    Este arquivo vetorial é resultado do trabalho "Identificação, mapeamento e quantificação das áreas urbanas do Brasil" desenvolvido pela Embrapa Gestão Territorial em Campinas/SP. Este trabalho teve por objetivo identificar, mapear e quantificar as áreas urbanas do Brasil, visando gerar um conjunto temático de informações georreferenciadas, que pode ser integrado a outras variáveis de análise em Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Para a identificação e mapeamento das áreas urbanas do país, utilizou-se a base de setores censitários que integraram o Censo Demográfico de 2010 realizado pelo IBGE. A base dos setores censitários foi integrada a um Sistema de Informação Geográfica por meio do software ArcGIS 10.3 e os setores censitários classificados como rural foram filtrados e removidos do conjunto. Os demais setores censitários, classificados como urbanos, representados por diversos polígonos em cada um dos municípios do Brasil, foram confrontados com imagens de satélite recentes e de alta resolução espacial, e disponibilizadas por meio do map service World Imagery na plataforma ArcGIS Desktop 10.3. Este trabalho define o urbano a partir de sua representação concreta no território, isto é, as áreas urbanas foram classificadas a partir do reconhecimento de estruturas que caracterizam a paisagem típica de cidades como, por exemplo, aglomeração de residências, loteamentos com arruamentos definidos e concentração de construções industriais. Trata-se, portanto, de definir o urbano a partir da identificação de sua manifestação concreta na paisagem e restringir o conceito à sua dimensão estritamente física. A partir da aplicação da metodologia anteriormente descrita, elaborou-se um arquivo vetorial com a representação de todas as áreas urbanas do Brasil associadas a uma tabela descritiva que inclui a quantificação da área urbana de cada município.

  • Representação das áreas prioritárias para restauração da APA Alto Mucuri, resultante das ações traçadas no Plano Estratégico de Restauração Florestal (PERF) para a região da APA, elaborado em 2018

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    Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) da bacia do rio Itabapoana, composta pelos ottotrechos de drenagem e ottobacias das áreas de contribuição hidrográfica correspondentes. A BHO utilizada pelo IGAM é um produto criado pela ANA para a gestão de recursos hídricos. É obtida a partir do Mapeamento Sistemático Brasileiro. A BHO é gerada a partir da cartografia digital da hidrografia do país e organizada de modo a gerar informações hidrologicamente consistentes. Para tanto, a BHO representa a rede hidrográfica em trechos entre os pontos de confluência dos cursos d'água de forma unifilar. Cada trecho é associado a uma superfície de drenagem denominada ottobacia, à qual é atribuída a codificação de bacias de Otto Pfafstetter. Uma característica essencial dessa representação é ser topologicamente consistente, isto é, representar corretamente o fluxo hidrológico dos rios, por meio de trechos conectados e com sentido de fluxo. O IGAM fez um trabalho de recorte da BHO para atender ao Estado de Minas Gerais e após o recorte foi feito um trabalho de consistência topológica eliminando sobreposições e pequenos buracos contidos na base. A BHO de Minas Gerais, foi segmentada em 17 bacias hidrográficas de rios de domínio da união, que são: São Francisco (SF), Grande (GD), Doce (DO), Jequitinhonha (JQ), Paranaíba (PN), Paraíba do Sul (PS), Pardo (PA), Mucuri (MU), São Mateus (SM), Piracicaba e Jaguari (PJ), Buranhém (BU), Itabapoana (IB), Itanhém (IN), Itapemirim (IP), Itaúnas (IU), Jucuruçu (JU), Peruípe (PE). Os arquivos referentes às áreas de contribuição hidrográfica, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_AREA_DRENAGEM.gpkg ‐ representação poligonal das áreas de contribuição hidrográfica, ottobacia, para cada trecho de drenagem, com seu código de bacia obtido a partir da metodologia de Otto Pfafstetter. Os arquivos referentes aos trechos de drenagem, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_TRECHO_DRENAGEM.gpkg ‐ representação linear unifilar do fluxo dágua principal de um corpo dágua sob a forma de trechos de drenagem provenientes da cartografia. Essa representação é compatível com a codificação de bacias de Otto Pfafstetter.

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    Este arquivo vetorial refere-se ao Mapa de Classificação das bacias hidrográficas para fins de elaboração de AAI de empreendimentos hidrelétricos no estado de Minas Gerais previsto no parágrafo único do artigo 1o da Resolução Semad nº 2.777/2019. Diz respeito ao enquadramento das bacias hidrográficas nas categorias de prioridade muito baixa a muito alta, obtidas após o cruzamento ponderado dos índices gerados para os critérios definidos nos termos do inciso primeiro do artigo 4º da Deliberação Normativa Copam no 229/2018, e de acordo com a metodologia descrita no Relatório Técnico DEPA/SUGA no 01/2018, que pode ser acessado no seguinte link: http://www.meioambiente.mg.gov.br/gestao-ambiental/avaliacao-ambiental-integrada. De acordo com o artigo 2o da Resolução SEMAD no 2.777/2019 fica determinada, nos termos do artigo 4º da Deliberação Normativa Copam no 229/2018, a elaboração de AAI como instrumento de apoio ao planejamento da implantação de novos empreendimentos hidrelétricos para as bacias hidrográficas classificadas nas categorias de Prioridade Muito Alta e Alta, sendo elas: • Rio Urucuia, Alto e Médio Rio das Velhas, Rio Tijuco e Alto e Médio Rio Pomba, classificadas na categoria de prioridade muito alta; • Rio Paraibuna, Rio Piranga, Rio Abaeté, Alto Rio São Francisco, Rio Itacambiruaçu, Rio Paraopeba e Alto Rio Grande, classificadas na categoria de prioridade alta. Além disso, a Resolução 2.777/2019 determina, nos termos do §3o do artigo 7º da DN Copam no 229/2018, a revisão dos estudos de AAI das bacias hidrográficas do Rio Santo Antônio e Rio Suaçuí Grande, tendo como base as recomendações das Notas Técnicas no 6 e 7 DEPA/SUGA/SEMAD.

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    Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) da bacia do rio Itapemirim, composta pelos ottotrechos de drenagem e ottobacias das áreas de contribuição hidrográfica correspondentes. A BHO utilizada pelo IGAM é um produto criado pela ANA para a gestão de recursos hídricos. É obtida a partir do Mapeamento Sistemático Brasileiro. A BHO é gerada a partir da cartografia digital da hidrografia do país e organizada de modo a gerar informações hidrologicamente consistentes. Para tanto, a BHO representa a rede hidrográfica em trechos entre os pontos de confluência dos cursos d'água de forma unifilar. Cada trecho é associado a uma superfície de drenagem denominada ottobacia, à qual é atribuída a codificação de bacias de Otto Pfafstetter. Uma característica essencial dessa representação é ser topologicamente consistente, isto é, representar corretamente o fluxo hidrológico dos rios, por meio de trechos conectados e com sentido de fluxo. O IGAM fez um trabalho de recorte da BHO para atender ao Estado de Minas Gerais e após o recorte foi feito um trabalho de consistência topológica eliminando sobreposições e pequenos buracos contidos na base. A BHO de Minas Gerais, foi segmentada em 17 bacias hidrográficas de rios de domínio da união, que são: São Francisco (SF), Grande (GD), Doce (DO), Jequitinhonha (JQ), Paranaíba (PN), Paraíba do Sul (PS), Pardo (PA), Mucuri (MU), São Mateus (SM), Piracicaba e Jaguari (PJ), Buranhém (BU), Itabapoana (IB), Itanhém (IN), Itapemirim (IP), Itaúnas (IU), Jucuruçu (JU), Peruípe (PE). Os arquivos referentes às áreas de contribuição hidrográfica, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_AREA_DRENAGEM.gpkg ‐ representação poligonal das áreas de contribuição hidrográfica, ottobacia, para cada trecho de drenagem, com seu código de bacia obtido a partir da metodologia de Otto Pfafstetter. Os arquivos referentes aos trechos de drenagem, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_TRECHO_DRENAGEM.gpkg ‐ representação linear unifilar do fluxo dágua principal de um corpo dágua sob a forma de trechos de drenagem provenientes da cartografia. Essa representação é compatível com a codificação de bacias de Otto Pfafstetter.

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas à garantia de suprimento por fontes subterrâneas, no âmbito do Eixo 2 – Produção Sustentável e Uso Racional dos Recursos Hídricos, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise espacial multicritério aplicada às Unidades Agregadas derivadas da Base Hidrográfica Ottocodificada, tendo como critério principal a criticidade hídrica subterrânea, que considera conjuntamente o balanço hídrico subterrâneo (com base nas outorgas e usos insignificantes) e a existência de Áreas de Restrição e Controle (ARC). A classificação inicial das unidades agregadas foi definida a partir do grau de comprometimento hídrico subterrâneo, com atribuição de pesos proporcionais aos níveis de criticidade e aplicação de fator adicional nas áreas com ARC. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • demandas totais por águas subterrâneas • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à segurança hídrica associada às águas subterrâneas. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas à garantia de suprimento por fontes superficiais, no âmbito do Eixo 2 - Produção Sustentável e Uso Racional dos Recursos Hídricos, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise espacial multicritério aplicada às Unidades Agregadas derivadas da Base Hidrográfica Ottocodificada, tendo como critério principal o balanço hídrico superficial, calculado com base na relação entre outorgas e a vazão de referência Q7,10, adotada no Estado de Minas Gerais. A classificação inicial das unidades agregadas foi definida a partir do grau de comprometimento hídrico superficial, com atribuição de pesos proporcionais aos níveis de criticidade. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • existência de Declaração de Área de Conflito (DAC) • demandas totais por águas superficiais • Índice de Qualidade das Águas (IQA) • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos • grau de prevalência de eventos extremos de estiagem As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à segurança hídrica associada às águas superficiais. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias para Restauração da Biodiversidade Relacionada à Água, no âmbito do Eixo 1 - Conservação e Restauração da Biodiversidade e dos Serviços Ecossistêmicos Relacionados à Água, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização para restauração parte do resultado obtido no mapeamento das áreas prioritárias para Conservação (Critérios 1 e 2), ao qual foram aplicados critérios adicionais de refinamento voltados à identificação de áreas com maior necessidade e potencial de recomposição ecológica. Foram considerados, adicionalmente, critérios relacionados a: • presença de áreas e trechos prioritários para restauração de ecossistemas aquáticos; • grau de antropização da paisagem; • ocorrência de áreas antropizadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs); • risco potencial à erosão As unidades agregadas foram reclassificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios de refinamento, resultando no mapeamento específico das áreas prioritárias para restauração da biodiversidade e serviços ecossistêmicos relacionados à água. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229

  • Camada temática que representa o Índice Global de Prioridade do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH), consolidando em uma única classificação os resultados obtidos nos três eixos temáticos do Plano para o Estado de Minas Gerais. O Índice Global foi construído a partir da integração dos sete componentes de análise do PMSH (Conservação, Restauração, Águas Superficiais, Águas Subterrâneas, Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário e Eventos Extremos de Cheias), permitindo uma visão sintética e comparativa das prioridades territoriais. Os resultados foram consolidados e distribuídos em dez níveis de prioridade, possibilitando a hierarquização das Unidades Agregadas segundo o grau relativo de criticidade frente às múltiplas dimensões da segurança hídrica consideradas no Plano. Os níveis de prioridade variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229