Conforme necessidade
Type of resources
Available actions
Provided by
Years
Representation types
Update frequencies
status
Scale
Resolution
-
Representação das áreas prioritárias para restauração da APA Alto Mucuri, resultante das ações traçadas no Plano Estratégico de Restauração Florestal (PERF) para a região da APA, elaborado em 2018
-
Conflito entre Potencial de Uso Conservacionista e o Uso e Ocupação da terra do conjunto de sub-bacias hidrográficas do Córrego Água Comprida, Córrego Divisa, Córrego dos Moreiras, Córrego Gabiroba, Córrego Melancia, Ribeirão Buriti e Sub-bacias Sem Nome. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em 2022.
-
Indicador de Sensibilidade Ambiental (ISA) sobre a síntese geral no cenário de médio prazo, gerado a partir de análise multicritério.. A camada contempla a Avaliação Ambiental Integrada (AAI) da bacia, elaborada em 2022
-
Mapa de estrutura fundiária, resultado do cruzamento dos indicadores "Índice de concentração fundiária invertido" e "Índice de agricultores familiares". Compõe o Componente Natural da Potencialidade Social do Zoneamento Ecológico-Econômico de Minas Gerais, elaborado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), em convênio com o Sisema, entre 2005 e 2008.
-
Base digital vetorial geoespacial, referente a polígonos georreferenciando estruturas hidráulicas como reservatórios, diques, vertedouros localizados ao longo da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, envolvendo os estados de MG e ES. Levantamento realizado para ações de acompanhamento, monitoramento e recuperação da Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
-
Áreas Conservadas e Antropizadas do conjunto de sub-bacias hidrográficas do Córrego Córrego Água Comprida, Córrego Divisa, Córrego dos Moreiras, Córrego Gabiroba, Córrego Melancia, Ribeirão Buriti e Sub-bacias Sem Nome, determinadas com base no índice de conservação. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em 2022.
-
Base digital vetorial geoespacial que apresenta, para a área de estudo da Avaliação Ambiental Integrada (AAI) de empreendimentos hidrelétricos da bacia hidrográfica do Alto rio Paranaíba (PN1), a vulnerabilidade no cenário atual. A base identifica subáreas classificando-as com menor a maior potencial vulnerável
-
Mapa de risco à erosão no Estado de Minas Gerais, elaborado a partir da reinterpretação dos mapas auxiliares erodibilidade e declividade. O recurso integra o componente físico do Zoneamento Ecológico-Econômico de Minas Gerais, elaborado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), em convênio com o Sisema, entre 2005 e 2008.
-
Trata-se da representação da sensibilidade municipal aos efeitos das mudanças climáticas. A Sensibilidade, um dos componentes da Vulnerabilidade, pode ser definida como a medida da resposta de um sistema submetido a uma alteração climática. Para desenvolver o Índice de Sensibilidade, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima
-
Localização geográfica das obras e intervenções pontuais ao longo da bacia do rio Paraopeba, como parte das ações e atividades de recuperação socioambiental da bacia, pós-rompimento da Barragem B1, em Brumadinho-MG, no ano de 2019
IDE-Sisema | Metadados