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Série histórica do mapeamento de uso e cobertura da terra do projeto Mapbiomas, coleção 11, em Minas Gerais, contemplando o período entre 1985 e 2025 O projeto MapBiomas advém da atuação intersetorial entre especialistas em sensoriamento remoto, com o objetivo de produzir uma série histórica contínua com a evolução da cobertura e uso da terra do território brasileiro, com a utilização de inteligência artificial, que realiza processos de análise, pixel a pixel, de imagens provenientes da constelação de sensores Landsat, da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), com resolução espacial de 30 metros. Toda a metodologia do mapeamento é realizada por meio do software Google Earth Engine (GEE), que, devido a sua condição de processamento em nuvem, permite robustez e capacidade ampliada de realização. O produto da coleção disponibilizada, de cobertura e uso da terra, contempla 41 camadas, uma para cada ano da extensão temporal, entre 1985 e 2025. Todos os dados encontram-se em formato matricial (raster), obtidos para o recorte territorial de Minas Gerais, acrescido de buffer de 1km para mitigação de efeitos de borda.
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Camada que representa registros de espécies ameaçadas da fauna e flora a partir de informações provenientes de pesquisas científicas autorizadas em Unidades de Conservação Estaduais de Minas Gerais, a partir do ano de 2019
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Localização geográfica das sedes municipais de Minas Gerais, identificadas e mapeadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir dos levantamentos provenientes do Censo Demográfico 2022.
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Delimitação da bacia hidrográfica do Rio Pardo, extraída a partir das ottobacias de Minas Gerais, fornecida pelo Igam na IDE-Sisema.
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Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) da bacia do rio Mucuri, composta pelos ottotrechos de drenagem e ottobacias das áreas de contribuição hidrográfica correspondentes. A BHO utilizada pelo IGAM é um produto criado pela ANA para a gestão de recursos hídricos. É obtida a partir do Mapeamento Sistemático Brasileiro. A BHO é gerada a partir da cartografia digital da hidrografia do país e organizada de modo a gerar informações hidrologicamente consistentes. Para tanto, a BHO representa a rede hidrográfica em trechos entre os pontos de confluência dos cursos d'água de forma unifilar. Cada trecho é associado a uma superfície de drenagem denominada ottobacia, à qual é atribuída a codificação de bacias de Otto Pfafstetter. Uma característica essencial dessa representação é ser topologicamente consistente, isto é, representar corretamente o fluxo hidrológico dos rios, por meio de trechos conectados e com sentido de fluxo. O IGAM fez um trabalho de recorte da BHO para atender ao Estado de Minas Gerais e após o recorte foi feito um trabalho de consistência topológica eliminando sobreposições e pequenos buracos contidos na base. A BHO de Minas Gerais, foi segmentada em 17 bacias hidrográficas de rios de domínio da união, que são: São Francisco (SF), Grande (GD), Doce (DO), Jequitinhonha (JQ), Paranaíba (PN), Paraíba do Sul (PS), Pardo (PA), Mucuri (MU), São Mateus (SM), Piracicaba e Jaguari (PJ), Buranhém (BU), Itabapoana (IB), Itanhém (IN), Itapemirim (IP), Itaúnas (IU), Jucuruçu (JU), Peruípe (PE). Os arquivos referentes às áreas de contribuição hidrográfica, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_AREA_DRENAGEM.gpkg ‐ representação poligonal das áreas de contribuição hidrográfica, ottobacia, para cada trecho de drenagem, com seu código de bacia obtido a partir da metodologia de Otto Pfafstetter. Os arquivos referentes aos trechos de drenagem, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_TRECHO_DRENAGEM.gpkg ‐ representação linear unifilar do fluxo dágua principal de um corpo dágua sob a forma de trechos de drenagem provenientes da cartografia. Essa representação é compatível com a codificação de bacias de Otto Pfafstetter.
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Identificação da viabilidade de regularização de vazão do conjunto de sub-bacias do alto trecho do rio Doce, através do cálculo de potencial de regularização pela vazão de longo duração para trechos com indisponibilidade hídrica. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela EMATER-MG em 2017.
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Localização geográfica das nascentes do conjunto de sub-bacias do alto trecho do rio Doce, a partir da Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) de Minas Gerais, fornecida pelo Igam. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela EMATER-MG em 2017.
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Mapeamento das Unidades de Paisagem (UPs) da sub-bacia hidrográfica do rio do Peixe, a partir da metodologia proposta por Fernandes (2013). O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) em 2018
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Localização geográfica das outorgas da sub-bacia do rio do Peixe, obtidas a partir do levantamento de usuários de água fornecido pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam). O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) em 2018
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Localização geográfica dos cadastros de uso insignficante da sub-bacia do rio do Peixe, a partir do levantamento de usuários de água realizado pela Semad e pelo Igam. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) em 2018
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