asNeeded
Type of resources
Provided by
Years
Representation types
Update frequencies
status
Scale
-
O Diagnóstico Ambiental do Estado de Minas Gerais foi estruturado para oferecer uma leitura abrangente, integrada e espacialmente desenvolvido sobre as condições ambientais do território mineiro, consolidando-se como instrumento estratégico de suporte ao planejamento e à definição das diretrizes do Plano Anual de Fiscalização (PAF). Em Fatores de Pressão o propósito central é identificar os fatores de pressão ambiental, por meio de uma malha de hexágonos que recobre todo o território de Minas Gerais, permitindo agrupar, comparar e interpretar dados ambientais à escala das Unidades Regionais de Fiscalização (URFIS). Essa estrutura possibilita identificar padrões que exercem impacto negativo sobre o meio ambiente, causando alterações nos ecossistemas e nos recursos naturais
-
Delimitação da sub-bacia hidrográfica do ribeirão do Machadinho, extraída a partir das ottobacias do rio Grande, disponibilizadas pelo Igam na IDE-Sisema.
-
Municípios prioritários para Educação Ambiental em função da ocorrência de Áreas Prioritárias para Conservação e Restauração da Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos em Minas Gerais (PSCRMG/IEF, 2020) e alta incidência de infrações ambientais. Camada elaborada no âmbito do projeto Áreas Prioritárias: Estratégias para Conservação da Biodiversidade e dos Ecossistemas de Minas Gerais (Planejamento Sistemático da Conservação e da Restauração da Biodiversidade e dos Serviços Ambientais dos Biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica em Minas Gerais – PSCRMG), desenvolvido pelo IEF em parceria com Semad, Feam, Igam e consórcio formado por Universidade Federal de Minas Gerais, WWF-Brasil e Fundação Biodiversitas de 2018 a 2020.
-
Camada vetorial por ottobacias que sintetiza, para cada polígono da BHO/ANA nível 6, o nível de prioridade derivado do ranking contínuo (0–1) produzido pela priorização espacial em grade de 1 km². Para cada ottobacia, calculou-se o percentil 70 dos valores de prioridade das células contidas; essa métrica expressa a concentração de áreas prioritárias e reduz o efeito de pixels isolados de alta prioridade. O resultado é classificado em Extremamente Alta (EA, 5%), Muito Alta (MA, 10%, inclui EA), Alta (20%) e Relevante (30%), facilitando a comunicação e a tomada de decisão por unidade hidrográfica.
-
Ottotrechos da sub-bacia hidrográfica do ribeirão do Machadinho, extraídos a partir dos ottotrechos de drenagem da bacia do rio Grande, disponível no IDE-Sisema, e corrigidas por meio de imagens de satélite de alta resolução.
-
Índice de Demanda Hídrica Superficial à Montante dos ottotrechos da sub-bacia do ribeirão do Machadinho.
-
Classes de uso e ocupação da terra das sub-bacias hidrográficas de Ouro Preto utilizando classificação da imagem orbital Sentinel-2 e validados através verificação in loco.
-
Base litológica utilizada para identificar os litotipos e dar pesos seguindo o método PUC.
-
Índice de Demanda Hídrica Superficial à montante e jusante dos ottotrechos da sub-bacia do ribeirão do Machadinho.
-
Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas à garantia de suprimento por fontes subterrâneas, no âmbito do Eixo 2 – Produção Sustentável e Uso Racional dos Recursos Hídricos, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise espacial multicritério aplicada às Unidades Agregadas derivadas da Base Hidrográfica Ottocodificada, tendo como critério principal a criticidade hídrica subterrânea, que considera conjuntamente o balanço hídrico subterrâneo (com base nas outorgas e usos insignificantes) e a existência de Áreas de Restrição e Controle (ARC). A classificação inicial das unidades agregadas foi definida a partir do grau de comprometimento hídrico subterrâneo, com atribuição de pesos proporcionais aos níveis de criticidade e aplicação de fator adicional nas áreas com ARC. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • demandas totais por águas subterrâneas • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à segurança hídrica associada às águas subterrâneas. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229
IDE-Sisema | Metadados