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    Delimitação das regiões geográficas intermediárias do Estado de Minas Gerais. O produto integra a "Malha Municipal", que retrata a situação vigente da Divisão Político Administrativa (DPA), através da representação vetorial das linhas definidoras das divisas estaduais e limites municipais, utilizada na coleta dos Censos Demográficos e demais pesquisas do IBGE. A cada versão do produto, incorporam-se as alterações territoriais provenientes de: nova legislação, decisões judiciais (liminares e mandados) e alterações cartográficas (relatórios técnicos dos órgãos estaduais responsáveis pela divisão político administrativa que atualizam os memoriais descritivos legais a luz das novas geotecnologias). Os produtos descritos aqui apresentam as seguintes unidades territoriais: Municípios, Microrregiões, Mesorregiões, Áreas de Regiões Geográficas Imediatas, Regiões Geográficas Intermediárias e Unidades da Federação.

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    Delimitação das regiões geográficas imediatas do Estado de Minas Gerais. O produto integra a "Malha Municipal", que retrata a situação vigente da Divisão Político Administrativa (DPA), através da representação vetorial das linhas definidoras das divisas estaduais e limites municipais, utilizada na coleta dos Censos Demográficos e demais pesquisas do IBGE. A cada versão do produto, incorporam-se as alterações territoriais provenientes de: nova legislação, decisões judiciais (liminares e mandados) e alterações cartográficas (relatórios técnicos dos órgãos estaduais responsáveis pela divisão político administrativa que atualizam os memoriais descritivos legais a luz das novas geotecnologias). Os produtos descritos aqui apresentam as seguintes unidades territoriais: Municípios, Microrregiões, Mesorregiões, Áreas de Regiões Geográficas Imediatas, Regiões Geográficas Intermediárias e Unidades da Federação.

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    O Semiárido brasileiro é composto por 1 427 municípios, dos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Os critérios para delimitação do Semiárido foram a precipitação pluviométrica média anual igual ou inferior a 800 mm; o índice de Aridez de Thornthwaite igual ou inferior a 0,50 e; o percentual diário de déficit hídrico igual ou superior a 60%, considerando todos os dias do ano. A competência para fixar critérios técnicos e científicos para delimitação do Semiárido foi dada ao Conselho Deliberativo - CONDEL da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste - SUDENE que o fez por meio das Resoluções do Conselho Deliberativo da Sudene de n. 107, de 27.07.2017, de n. 115, de 23.11.2017 e na proposição n. 151, de 06.12.2021

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    Reúne informações sobre a Rede Altimétrica de Alta Precisão (RAAP) do Sistema Geodésico Brasileiro (SGB), com objetivo de proporcionar ao usuário um referencial altimétrico de abrangência nacional. O estabelecimento dessa rede é realizado através da técnica de nivelamento geométrico de alta precisão, possibilitando a determinação de estações geodésicas dotadas de um valor de altitude referida ao Nível Médio do Mar (NMM) em Imbituba –SC. Essas estações são denominadas Referências de Nível (RRNN) e são implantadas ao longo das rodovias e ferrovias a intervalos de 3 km, nos primeiros levantamentos e atualmente 2 km. Hoje estão disponíveis no Banco de Dados Geodésicos (BDG), dados e informações de cerca de 65000 RRNN. A partir de junho de 2011 serão disponibilizadas novas informações provenientes do novo ajustamento da RAAP utilizando o sistema GHOST, totalizando aproximadamente 68000 RRNN.

  • O produto Áreas Urbanizadas do Brasil, 2019, disponibiliza uma representação espacial, obtida a partir da interpretação visual de imagens de satélite, do fenômeno urbano, com o objetivo de retratar e mensurar, por meio do mapeamento, sua distribuição e expansão. A pesquisa teve início com a divulgação de sua primeira edição, com o ano de referência de 2005 (Arranjos Populacionais ou Municípios Isolados com população acima de 300 000 habitantes), em 2015 a publicação tem como referência o período de 2011 a 2014 e população acima de 100 000 habitantes. A edição de 2022 trouxe avanços metodológicos, relacionados, principalmente, à maior disponibilidade do insumo de imagens de sensoriamento remoto, o que permitiu o mapeamento para um único ano civil (imagens provenientes do Satélite Sentinel-2/MSI do ano de 2019) e o levantamento em todos os municípios do Território Nacional. Foram mapeadas as áreas urbanizadas classificadas segundo sua densidade (densas ou pouco densas) e também os loteamentos vazios. Para orientar os usuários no que diz respeito à comparabilidade dos dados, nas bases de dados geoespaciais da edição do produto de 2019 são destacadas as áreas que são comparáveis com o mapeamento do ano de referência de 2015, indicando se houve adição ou subtração de áreas urbanizadas, densificação, desdensificação ou se não houve alteração.  As áreas urbanizadas foram mapeadas segundo uma modelagem geográfica que permite avançar na observação dos diferentes padrões espaciais típicos do que se entende como urbano, ao mesmo tempo em que se aprofundam análises atreladas às principais questões urbanas da atualidade.

  • Área de atuação institucional da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)

  • A classificação adotada no mapa de Clima do Brasil é baseada em 3 sistemas que integram métodos quantitativos e de dinâmica atmosférica. O primeiro sistema, mais abrangente, relativo à gênese climática, fundamentado na climatologia dinâmica e nos padrões de circulação atmosférica, define os 3 climas zonais (Equatorial, Tropical e Temperado) e suas subunidades regionais. O segundo sistema delimita as regiões térmicas (Mesotérmico Mediano e Brando, Subquente e Quente) e fundamenta-se na frequência e médias dos valores extremos mensais. A classificação de regiões quanto aos padrões de umidade e seca mensais (que vão de Superúmido até Semiárido) é resultante do terceiro sistema adotado. Neste, o autor relaciona o número de meses secos com tipo de vegetação natural predominante, afim de mostrar a interação do regime climático com a biogeografia e a ecologia. Os 3 sistemas, e suas unidades relacionadas, são independentes e se superpõem, resultando em diversas regiões climaticamente e ecologicamente distintas. Originalmente idealizado e produzido por Edmon Nimer e sua equipe, em 1974, o mapa sofreu atualizações quanto à representação da classificação, sem interferência nos limites das unidades, nem tampouco houve atualização dos dados. As cores das unidades climáticas foram selecionadas para simbolizar a combinação da temperatura com a umidade.

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    A Malha Setorial de 2021 foi atualizada com vistas à etapa de coleta do Censo Demográfico 2022. Por se tratar de uma Malha Intermediária não contempla informação estatística de população ou domicílio, mas contém a situação atualizada da Divisão Político‐Administrativa Brasileira – DPA, constantes da Malha Municipal, também produzida anualmente pela Coordenação de Estruturas Territoriais da Diretoria de Geociências do IBGE. A publicação de uma Malha de Setores Censitários Intermediária objetiva atender às demandas de diferentes usuários, na busca de compreensão do ordenamento territorial no Brasil entre as operações censitárias. Mesmo sem os dados estatísticos, pode subsidiar de modo eficaz a gestão e o planejamento em níveis municipal, estadual e regional; pesquisas variadas e negócios com forte componente espacial. É resultado dos avanços tecnológicos, especialmente aqueles voltados para a aquisição por meio de ferramentas de sistemas de informações geográficas sobre bases cartográficas de referência e insumos de imagens ortorretificadas (aerofotogramétricas e orbitais) que, desde o Censo Agro 2017, são fundamentais para sua atualização anual. Desse esforço resultam ainda instrumental de apoio ao Censo e às pesquisas domiciliares, como cadernetas de setores e diversos mapas, especialmente os Mapas Municipais e os Mapas Urbanos, que para muitos Municípios são produtos especiais com divulgação isolada da operação censitária.

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    Os Setores Censitários são as unidades territoriais de coleta do Censo Demográfico, servindo de referência para a organização logística da operação e para a agregação estatística dos resultados censitários, de modo a fornecer aos usuários das estatísticas oficiais informações com detalhamento espacial coerente com as necessidades de desenvolvimento de estudos e pesquisas de caráter local. São produzidos a partir da observância da organização político-administrativa do País e da aplicação de conceitos e metodologias de classificação territorial que permitem a diferenciação de áreas de concentração e dispersão das edificações no território brasileiro, de modo a estabelecer diferenciações relevantes para a realização dos procedimentos censitários. Para o Censo Demográfico 2022, o IBGE investiu em um processo de atualização descentralizada da Malha de Setores Censitários, mediante o desenvolvimento de plataforma de atualização de desenvolvimento próprio em linguagem de software livre, denominada SIG-BT. O uso de imagens orbitais atualizadas de alta resolução foi ampliado para todo o País, viabilizando que a malha disponibilizada para a coleta, agregação, visualização e análise dos dados estatísticos conte atualmente com elevada qualidade geoespacial, principalmente no que se refere ao georreferenciamento e à aderências das feições representadas à realidade de campo. Os arquivos disponibilizados nesta publicação foram organizados para viabilizar a primeira agregação dos resultados do Censo Demográfico 2022. Os setores censitários representados neste produto são considerados preliminares porque, pela primeira vez, devido aos avanços tecnológicos, será possível, antes da divulgação dos agregados definitivos, implementar melhorias na Base Territorial e nas suas classificações territoriais a partir dos dados coletados no Censo. Nesse sentido, o IBGE vem realizando vários procedimentos de crítica e adequação dos Setores Censitários à configuração territorial existente na data de referência do Censo, a fim de que alcancem sua formatação definitiva para viabilizar uma nova agregação estatística acompanhada de maior quantitativo de variáveis associadas. O objetivo desta antecipação é garantir que os resultados censitários cheguem às mãos dos usuários com a maior celeridade possível, possibilitando sua aplicação nas diversas necessidades da sociedade brasileira.

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    Conjunto de informações que tem por objetivo servir de referência ao mapeamento sistemático terrestre existente no País produzido por órgãos integrantes do Sistema Cartográfico Nacional (IBGE, DSG e outros), compreendendo a produção de folhas topográficas nas escalas 1:25 000, 1:50 000, 1:100 000 e 1:250 000, bem como na escala 1:1.000 000 da Carta Internacional do Mundo ao Milionésimo.