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    Representação matricial da suscetibilidade natural a movimentos de massa em MG, elaborada com base na metodologia proposta por Carmo et al. (2017).

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    Representação matricial da curvatura vertical do terreno em Minas Gerais, elaborada a partir de análise morfométrica com base em Modelo Digital de Elevação (MDE). A camada é proveniente do Banco de Dados Geomorfométricos do Brasil (TOPODATA)

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    Camada matricial que representa as formas morfológicas do relevo em MG. O conjunto de dados ALOS Landform fornece classes de relevo criadas pela combinação do Índice de Carga de Insolação de Calor Contínua (ALOS CHILI) e o conjuntos de dados de Índice de Posição Topográfica Multiescala (ALOS mTPI). É baseado na banda de 30m "AVE" do JAXA ALOS DEM (disponível em EE como JAXA/ALOS/AW3D30_V1_1).

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    O Mapa de Compartimentos de Relevo do Brasil, elaborado no escopo da publicação Macrocaracterização dos Recursos Naturais do Brasil, apresenta parte dos resultados obtidos ao longo do projeto Mapeamento dos Recursos Naturais, que mapeou e descreveu os recursos naturais brasileiros, na escala 1:250 000, relativos aos temas Geologia (rochas), Geomorfologia (relevo), Pedologia (solos) e Vegetação. Os dados originais fazem parte do acervo do Banco de Dados de Informações Ambientais (https://bdiaweb.ibge.gov.br/#/home) e foram elaborados a partir da interpretação visual de imagens de satélite – CBERS, LANDSAT 5, LANDSAT 7 e LANDSAT 8 – e do modelo digital de terreno do projeto da NASA Shuttle Radar Topography Mission – SRTM, além do levantamento bibliográfico e de trabalhos de campo que percorreram parte do território nacional com coleta de informações in loco. As informações vetoriais relacionadas às massas d´água continentais e ao limite do país foram compiladas do produto Base Cartográfica Contínua do Brasil, escala 1:250.000 – BC250. Os Compartimento de Relevo do Brasil representam tipologias de relevo com fisionomias semelhantes que se repetem pelo país, identificando feições genéricas de relevo, tais como serras, patamares e planaltos, sem individualização ou destaque para qualquer feição singular. O Manual Técnico de Geomorfologia (2ª edição) do IBGE define os Compartimentos de Relevo, assim como a estrutura taxonômica do mapeamento geomorfológico do IBGE. Estes Compartimentos foram elaborados a partir da reinterpretação das Unidades de Geomorfológicas e/ou Modelados, com auxílio das informações do modelo digital de terreno do Topodata/INPE (em cima dos dados da SRTM/NASA).

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    Mapa de orientação de vertentes em Minas Gerais, elaborado com base no grau de inclinação das formas de relevo em relação a posição aparente do sol. Produto extraído do Modelo Digital de Elevação (MDE) extraído do Banco de Dados Geomorfométricos do Brasil (TOPODATA), com área de pixel de 30 metros (compatível com a escala 1:100.000).

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    Camadas matriciais com a representação do Índice de Dissecação do Relevo (IDR) e a Intensidade de dissecação em Minas Gerais, respectivamente, conforme metodologia proposta por Ross (1994) e procedimentada por Guimarães et al. (2017).

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    Mapeamento das formas de terreno, resultado da combinação entre as curvaturas horizontal e vertical de vertentes, mapeadas por meio de declividade e Modelo Digital de Elevação (MDE), provenientes do Banco de Dados Geomorfométricos do Brasil (TOPODATA), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

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    Camadas matriciais com o mapeamento de fragilidade ambiental em MG (resultado global e por temas geomorfologia, pedologia, precipitação e uso da terra), conforme metodologia elaborada por Ross (1994, 2012) para caracterização e avaliação de potencialidades e fragilidades das unidades de relevo.

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    Representação matricial da curvatura horizontal do terreno em Minas Gerais, elaborada a partir de análise morfométrica com base em Modelo Digital de Elevação (MDE). A camada é proveniente do Banco de Dados Geomorfométricos do Brasil (TOPODATA)

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    Representação vetorial das curvas de nível em Minas Gerais, extraídas pela Semad a partir do Modelo Digital de Elevação (MDE) elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio do Banco de Dados Morfométricos do Brasil (Topodata). As curvas possuem equidistância de 30 metros