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  • Mapeamento do Potencial de Uso Conservacionista (PUC) da sub-bacia do rio Manso, a partir do cruzamento de dados de solos, geologia e geomorfologia, baseado na metodologia proposta por Costa et al. (2017). O mapeamento constitui parte do Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) elaborado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2018.

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    Potencial de Uso Conservacionista (PUC) no Estado de Minas Gerais, adaptado com o uso do mapeamento de solos na escala 1:1.000.000 elaborado pela Embrapa. O PUC é uma análise multicritério cujo objetivo é categorizar as áreas de uma bacia hidrográfica quanto ao potencial de uso conservacionista para fins de utilização sustentável agrossilvipastoril. O método PUC classifica o terreno atribuindo uma nota que varia entre 1 e 5, com base em informações sobre litologia, classe de solo e declividade. Essa nota reflete o potencial de recarga hídrica, o potencial para uso agropecuário e a resistência à erosão. O potencial de uso agropecuário é associado à drenagem, fertilidade e profundidade efetiva. A drenagem, por sua vez, está relacionada à capacidade de suprimento de água e oxigênio para o solo; a fertilidade está ligada à disponibilidade natural de nutrientes; e a profundidade efetiva está associada ao espaço disponível para o desenvolvimento do sistema radicular e à drenagem interna do perfil. A recarga hídrica e a resistência à erosão levam em consideração a velocidade de escoamento e o tempo de oportunidade para a infiltração da água.

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    Potencial de Uso Conservacionista (PUC) no Estado de Minas Gerais, adaptado com o uso do mapeamento de solos na escala 1:5.000.000, elaborado pelo IBGE. O PUC é uma análise multicritério cujo objetivo é categorizar as áreas de uma bacia hidrográfica quanto ao potencial de uso conservacionista para fins de utilização sustentável agrossilvipastoril. O método PUC classifica o terreno atribuindo uma nota que varia entre 1 e 5, com base em informações sobre litologia, classe de solo e declividade. Essa nota reflete o potencial de recarga hídrica, o potencial para uso agropecuário e a resistência à erosão. O potencial de uso agropecuário é associado à drenagem, fertilidade e profundidade efetiva. A drenagem, por sua vez, está relacionada à capacidade de suprimento de água e oxigênio para o solo; a fertilidade está ligada à disponibilidade natural de nutrientes; e a profundidade efetiva está associada ao espaço disponível para o desenvolvimento do sistema radicular e à drenagem interna do perfil. A recarga hídrica e a resistência à erosão levam em consideração a velocidade de escoamento e o tempo de oportunidade para a infiltração da água.

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    Potencial de Uso Conservacionista (PUC) no Estado de Minas Gerais, adaptado com o uso do mapeamento de solos na escala 1:650.000, elaborado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e Universidade Federal de Lavras (UFV). O PUC é uma análise multicritério cujo objetivo é categorizar as áreas de uma bacia hidrográfica quanto ao potencial de uso conservacionista para fins de utilização sustentável agrossilvipastoril. O método PUC classifica o terreno atribuindo uma nota que varia entre 1 e 5, com base em informações sobre litologia, classe de solo e declividade. Essa nota reflete o potencial de recarga hídrica, o potencial para uso agropecuário e a resistência à erosão. O potencial de uso agropecuário é associado à drenagem, fertilidade e profundidade efetiva. A drenagem, por sua vez, está relacionada à capacidade de suprimento de água e oxigênio para o solo; a fertilidade está ligada à disponibilidade natural de nutrientes; e a profundidade efetiva está associada ao espaço disponível para o desenvolvimento do sistema radicular e à drenagem interna do perfil. A recarga hídrica e a resistência à erosão levam em consideração a velocidade de escoamento e o tempo de oportunidade para a infiltração da água.

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    Resultado da álgebra de mapas para o Potencial de Uso Conservacionista (PUC) do conjunto de sub-bacias do Córrego Água Comprida, Córrego Divisa, Córrego dos Moreiras, Córrego Gabiroba, Córrego Melancia, Ribeirão Buriti e das Sub-bacias Sem Nome. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pelo Núcleo de Estudo e Pesquisa do ZAP (NEPZAP) da Universidade Federal de Viçosa (UFV) em 2022.

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    Resultado da álgebra de mapas para o Potencial de Uso Conservacionista da sub-bacia do Córrego Rico, baseado na metodologia proposta por Costa et al. (2017). O mapeamento constitui parte do Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado em 2022

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    Potencial de Uso Conservacionista da sub-bacia do ribeirão do Machadinho, conforme metodologia proposta por Costa et al. (2017).

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    Mapeamento do Potencial de Uso Conservacionista (PUC) da sub-bacia hidrográfica do ribeirão das Pedras e dos Córregos do Feijão e da Cruz. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pelo NEPZAP UFVJM em 2023

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    Mapa de vulnerabilidade dos solos à erosão no Estado de Minas Gerais, elaborado a partir da reinterpretação dos mapas auxiliares de risco potencial de erosão, a intensidade das chuvas e a exposição do solo ao impacto direto das gotas de chuva. O recurso integra o componente físico do Zoneamento Ecológico-Econômico de Minas Gerais, elaborado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), em convênio com o Sisema, entre 2005 e 2008.

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    Representação das áreas de risco à erosão e movimento de massa, mapeados a partir do projeto "Geodiversidade do Estado de Minas Gerais", executado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), compatível com a escala 1:1.000.000. O Serviço Geológico do Brasil – CPRM disponibiliza Mapas descrevendo a Geodiversidade estaduais, nas escalas utilizadas para planejamento dos estados. Essa iniciativa insere-se num projeto maior, de dotar o Brasil de cartas temáticas territoriais do meio físico, como ferramentas de planejamento, em todas as áreas do nosso campo de atribuições institucionais. O Mapa Geodiversidade foi concebido para oferecer aos diversos segmentos produtivos, sociais e ambientais, uma tradução do conhecimento geológico-científico territorial, com vista a oferecer suporte à implantação das diversas atividades antrópicas dependentes sob a influência direta de fatores geológicos. Destina-se a um público-alvo variado, incluindo desde as empresas mineradoras tradicionais, passando pela comunidade acadêmica, gestores públicos da área de ordenamento territorial e gestão ambiental. Dotado de uma linguagem de compreensão universal, tendo em vista seu caráter multiuso, o mapa compartimenta o território estadual em unidades geológico-ambientais, destacando suas limitações e potencialidades, considerando-se a constituição litológica da supra e da infra-estrutura geológica. São abordadas, os aspectos geológicos que interferem em temas tais como obras de engenharia, suscetibilidades ao risco geológico, agricultura, recursos hídricos subterrâneos e fontes poluidoras, aspectos ambientais e potenciais minerais e geoturísticos. O projeto foi construído em Sistema de Informações Geográfica (SIG), cujos resultados são apresentados sob a forma de Mapa, SIG e Texto explicativo. Todo o material encontra-se disponível em DVD, em formato digital para consulta e donwload no site da CPRM/SGB e, ainda, nas bibliotecas regionais, para acesso ao público em geral. Materiais utilizados: Mosaicos de imagens Landsad GeoCover; Modelos digitais de elevação obtidos do SRTM com resolução de 90 m; pesquisas a banco de dados georeferenciados de órgão governamentais e de pesquisa (IBGE, DNPM, ANP, ICMBIO, CECAV, dentre outras); Levantamento de campo. Procedimentos metodológicos: 1- Preparação da Base cartográfica; 2-Agrupamento das unidades geológicas em domínios e unidades geológico-ambientais; 3- Fotointerpretação dos padrões de relevo presentes em cada unidade geológico-ambiental (UNIGEO); 4- Levantamento de informações de campo; 5- Aquisição de informações e organização do banco de dados georeferenciados; 6- Descrição das adequabilidade/potencialidades/limitações das UNIGEOs; 7- Consolidação dos dados e elaboração do SIG/Mapa/Texto explicativo.