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    Potencial de Uso Conservacionista (PUC) no Estado de Minas Gerais, adaptado com o uso do mapeamento de solos na escala 1:1.000.000 elaborado pela Embrapa. O PUC é uma análise multicritério cujo objetivo é categorizar as áreas de uma bacia hidrográfica quanto ao potencial de uso conservacionista para fins de utilização sustentável agrossilvipastoril. O método PUC classifica o terreno atribuindo uma nota que varia entre 1 e 5, com base em informações sobre litologia, classe de solo e declividade. Essa nota reflete o potencial de recarga hídrica, o potencial para uso agropecuário e a resistência à erosão. O potencial de uso agropecuário é associado à drenagem, fertilidade e profundidade efetiva. A drenagem, por sua vez, está relacionada à capacidade de suprimento de água e oxigênio para o solo; a fertilidade está ligada à disponibilidade natural de nutrientes; e a profundidade efetiva está associada ao espaço disponível para o desenvolvimento do sistema radicular e à drenagem interna do perfil. A recarga hídrica e a resistência à erosão levam em consideração a velocidade de escoamento e o tempo de oportunidade para a infiltração da água.

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    Áreas naturais e uso antrópico em Minas Gerais, baseada na série histórica do projeto Mapbiomas, em sua coleção 9, contemplando o período entre 1985 e 2023. Categorizado com base em agregações das classes por tipologia natural e antropizada. O projeto MapBiomas advém da atuação intersetorial entre especialistas em sensoriamento remoto, com o objetivo de produzir uma série histórica contínua com a evolução da cobertura e uso da terra do território brasileiro, com a utilização de inteligência artificial, que realiza processos de análise, pixel a pixel, de imagens provenientes da constelação de sensores Landsat, da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), com resolução espacial de 30 metros. Toda a metodologia do mapeamento é realizada por meio do software Google Earth Engine (GEE), que, devido a sua condição de processamento em nuvem, permite robustez e capacidade ampliada de realização. O produto da coleção disponibilizada, de cobertura e uso da terra, contempla 39 camadas, uma para cada ano da extensão temporal, entre 1985 e 2023. Todos os dados encontram-se em formato matricial (raster), obtidos para o recorte territorial de Minas Gerais por meio do toolkit de processamento disponível em ambiente Google Earth Engine (GEE).

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    Condição e vigor das áreas de pastagem em Minas Gerais, baseada na série histórica do projeto Mapbiomas, em sua coleção 9, contemplando o período entre 2000 e 2023. O projeto MapBiomas advém da atuação intersetorial entre especialistas em sensoriamento remoto, com o objetivo de produzir uma série histórica contínua com a evolução da cobertura e uso da terra do território brasileiro, com a utilização de inteligência artificial, que realiza processos de análise, pixel a pixel, de imagens provenientes da constelação de sensores Landsat, da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), com resolução espacial de 30 metros. Toda a metodologia do mapeamento é realizada por meio do software Google Earth Engine (GEE), que, devido a sua condição de processamento em nuvem, permite robustez e capacidade ampliada de realização. O produto da coleção disponibilizada, de vigor da pastagem, contempla 24 camadas, uma para cada ano da extensão temporal, entre 2000 e 2023. Todos os dados encontram-se em formato matricial (raster), obtidos para o recorte territorial de Minas Gerais por meio do toolkit de processamento disponível em ambiente Google Earth Engine (GEE).

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    Potencial de Uso Conservacionista (PUC) no Estado de Minas Gerais, adaptado com o uso do mapeamento de solos na escala 1:5.000.000, elaborado pelo IBGE. O PUC é uma análise multicritério cujo objetivo é categorizar as áreas de uma bacia hidrográfica quanto ao potencial de uso conservacionista para fins de utilização sustentável agrossilvipastoril. O método PUC classifica o terreno atribuindo uma nota que varia entre 1 e 5, com base em informações sobre litologia, classe de solo e declividade. Essa nota reflete o potencial de recarga hídrica, o potencial para uso agropecuário e a resistência à erosão. O potencial de uso agropecuário é associado à drenagem, fertilidade e profundidade efetiva. A drenagem, por sua vez, está relacionada à capacidade de suprimento de água e oxigênio para o solo; a fertilidade está ligada à disponibilidade natural de nutrientes; e a profundidade efetiva está associada ao espaço disponível para o desenvolvimento do sistema radicular e à drenagem interna do perfil. A recarga hídrica e a resistência à erosão levam em consideração a velocidade de escoamento e o tempo de oportunidade para a infiltração da água.

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    As Áreas Urbanizadas do Brasil são o resultado do mapeamento das manchas urbanas das cidades brasileiras com o objetivo de acompanhar o estágio de urbanização no território brasileiro. O mapeamento das manchas urbanas obtido com o emprego de imagens de satélite gera uma camada vetorial que delimita as áreas construídas das cidades brasileiras atendendo a uma demanda crescente da sociedade e do Estado que buscam entender o histórico de expansão das cidades e compreender dinâmicas geográficas recentes em curso no território brasileiro. O presente mapeamento fornece insumos para a classificação e ordenamento territorial, servindo para uma visão nacional da questão urbana.

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    Este arquivo vetorial é resultado do trabalho "Identificação, mapeamento e quantificação das áreas urbanas do Brasil" desenvolvido pela Embrapa Gestão Territorial em Campinas/SP. Este trabalho teve por objetivo identificar, mapear e quantificar as áreas urbanas do Brasil, visando gerar um conjunto temático de informações georreferenciadas, que pode ser integrado a outras variáveis de análise em Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Para a identificação e mapeamento das áreas urbanas do país, utilizou-se a base de setores censitários que integraram o Censo Demográfico de 2010 realizado pelo IBGE. A base dos setores censitários foi integrada a um Sistema de Informação Geográfica por meio do software ArcGIS 10.3 e os setores censitários classificados como rural foram filtrados e removidos do conjunto. Os demais setores censitários, classificados como urbanos, representados por diversos polígonos em cada um dos municípios do Brasil, foram confrontados com imagens de satélite recentes e de alta resolução espacial, e disponibilizadas por meio do map service World Imagery na plataforma ArcGIS Desktop 10.3. Este trabalho define o urbano a partir de sua representação concreta no território, isto é, as áreas urbanas foram classificadas a partir do reconhecimento de estruturas que caracterizam a paisagem típica de cidades como, por exemplo, aglomeração de residências, loteamentos com arruamentos definidos e concentração de construções industriais. Trata-se, portanto, de definir o urbano a partir da identificação de sua manifestação concreta na paisagem e restringir o conceito à sua dimensão estritamente física. A partir da aplicação da metodologia anteriormente descrita, elaborou-se um arquivo vetorial com a representação de todas as áreas urbanas do Brasil associadas a uma tabela descritiva que inclui a quantificação da área urbana de cada município.

  • O produto Áreas Urbanizadas do Brasil, 2019, disponibiliza uma representação espacial, obtida a partir da interpretação visual de imagens de satélite, do fenômeno urbano, com o objetivo de retratar e mensurar, por meio do mapeamento, sua distribuição e expansão. A pesquisa teve início com a divulgação de sua primeira edição, com o ano de referência de 2005 (Arranjos Populacionais ou Municípios Isolados com população acima de 300 000 habitantes), em 2015 a publicação tem como referência o período de 2011 a 2014 e população acima de 100 000 habitantes. A edição de 2022 trouxe avanços metodológicos, relacionados, principalmente, à maior disponibilidade do insumo de imagens de sensoriamento remoto, o que permitiu o mapeamento para um único ano civil (imagens provenientes do Satélite Sentinel-2/MSI do ano de 2019) e o levantamento em todos os municípios do Território Nacional. Foram mapeadas as áreas urbanizadas classificadas segundo sua densidade (densas ou pouco densas) e também os loteamentos vazios. Para orientar os usuários no que diz respeito à comparabilidade dos dados, nas bases de dados geoespaciais da edição do produto de 2019 são destacadas as áreas que são comparáveis com o mapeamento do ano de referência de 2015, indicando se houve adição ou subtração de áreas urbanizadas, densificação, desdensificação ou se não houve alteração.  As áreas urbanizadas foram mapeadas segundo uma modelagem geográfica que permite avançar na observação dos diferentes padrões espaciais típicos do que se entende como urbano, ao mesmo tempo em que se aprofundam análises atreladas às principais questões urbanas da atualidade.

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    Uso e cobertura da terra de Minas Gerais, com base na série histórica do projeto Mapbiomas, em sua coleção 9, contemplando o período entre 1985 e 2023. O projeto MapBiomas advém da atuação intersetorial entre especialistas em sensoriamento remoto, com o objetivo de produzir uma série histórica contínua com a evolução da cobertura e uso da terra do território brasileiro, com a utilização de inteligência artificial, que realiza processos de análise, pixel a pixel, de imagens provenientes da constelação de sensores Landsat, da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), com resolução espacial de 30 metros. Toda a metodologia do mapeamento é realizada por meio do software Google Earth Engine (GEE), que, devido a sua condição de processamento em nuvem, permite robustez e capacidade ampliada de realização. O produto da coleção disponibilizada, de cobertura e uso da terra, contempla 39 camadas, uma para cada ano da extensão temporal, entre 1985 e 2023. Todos os dados encontram-se em formato matricial (raster), obtidos para o recorte territorial de Minas Gerais por meio do toolkit de processamento disponível em ambiente Google Earth Engine (GEE).

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    Potencial de Uso Conservacionista (PUC) no Estado de Minas Gerais, adaptado com o uso do mapeamento de solos na escala 1:650.000, elaborado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e Universidade Federal de Lavras (UFV). O PUC é uma análise multicritério cujo objetivo é categorizar as áreas de uma bacia hidrográfica quanto ao potencial de uso conservacionista para fins de utilização sustentável agrossilvipastoril. O método PUC classifica o terreno atribuindo uma nota que varia entre 1 e 5, com base em informações sobre litologia, classe de solo e declividade. Essa nota reflete o potencial de recarga hídrica, o potencial para uso agropecuário e a resistência à erosão. O potencial de uso agropecuário é associado à drenagem, fertilidade e profundidade efetiva. A drenagem, por sua vez, está relacionada à capacidade de suprimento de água e oxigênio para o solo; a fertilidade está ligada à disponibilidade natural de nutrientes; e a profundidade efetiva está associada ao espaço disponível para o desenvolvimento do sistema radicular e à drenagem interna do perfil. A recarga hídrica e a resistência à erosão levam em consideração a velocidade de escoamento e o tempo de oportunidade para a infiltração da água.