From 1 - 10 / 14
  • Trata-se da representação da sensibilidade municipal aos efeitos das mudanças climáticas. A Sensibilidade, um dos componentes da Vulnerabilidade, pode ser definida como a medida da resposta de um sistema submetido a uma alteração climática. Para desenvolver o Índice de Sensibilidade, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima

  • Categories  

    Trata-se da representação da capacidade de adaptação municipal aos efeitos das mudanças climáticas. Um dos componentes da Vulnerabilidade, a Capacidade de Adaptação de um município, pode ser definida como a sua capacidade de lidar com efeitos adversos das mudanças climáticas ou de explorar oportunidades benéficas. Para desenvolver o Nível de Capacidade de Adaptação, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima.

  • Categories  

    Representação espacial das informações de temperatura máxima e mínima, precipitação acumulada, evapotranspiração e déficit hídrico em Minas Gerais, provenientes dos dados do projeto TerraClimate. O TerraClimate é um conjunto de dados de clima mensal e balanço hídrico climático para superfícies terrestres globais, com lançamento anual, desde 1958. Esses dados fornecem insumos importantes para estudos ecológicos e hidrológicos em escala global que requerem alta resolução espacial e dados variáveis no tempo. Todos os dados têm resolução temporal mensal e resolução espacial de aproximadamente 4 km. Os dados foram trabalhados pela Diretoria de Planejamento e Gestão de Instrumentos e Estudos Ambientais (Dplae), com avaliação e validação da Gerência de Monitoramento Hidrometeorológico e Eventos Críticos (GMHEC), para os períodos de 1961-1990 e 1991-2020, correspondentes ao período das Normais Climatológicas do Brasil (NCB) produzidas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

  • Categories  

    Trata-se da representação da exposição municipal aos efeitos das mudanças climáticas. A Exposição, um dos componentes da Vulnerabilidade, pode ser definida pela presença de ecossistemas e espécies com recursos e funções ambientais, e de bens socioeconômicos ou culturais em locais que possam ser afetados negativamente pelas mudanças climáticas. Para desenvolver o Nível de Exposição, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima.

  • Trata-se da representação da capacidade de adaptação municipal aos efeitos das mudanças climáticas. Um dos componentes da Vulnerabilidade, a Capacidade de Adaptação de um município, pode ser definida como a sua capacidade de lidar com efeitos adversos das mudanças climáticas ou de explorar oportunidades benéficas. Para desenvolver o Nível de Capacidade de Adaptação, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima

  • Trata-se da representação da vulnerabilidade municipal aos efeitos das mudanças climáticas. O Índice Mineiro de Vulnerabilidade Climática (IMVC) do Estado de Minas Gerais foi construído com base na definição de vulnerabilidade proposta pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, 2007) e seus três componentes principais classificados como sensibilidade, exposição e capacidade de adaptação. Dessa forma, a vulnerabilidade estimada pode ser entendida como sendo a "medida na qual um município mineiro está suscetível aos - ou é incapaz de lidar com - efeitos adversos das mudanças climáticas, incluindo-se a variabilidade natural e os eventos climáticos extremos como longas estiagens e chuvas intensas. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima

  • Trata-se da representação da exposição municipal aos efeitos das mudanças climáticas. A Exposição, um dos componentes da Vulnerabilidade, pode ser definida pela presença de ecossistemas e espécies com recursos e funções ambientais, e de bens socioeconômicos ou culturais em locais que possam ser afetados negativamente pelas mudanças climáticas. Para desenvolver o Nível de Exposição, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima

  • A classificação adotada no mapa de Clima do Brasil é baseada em 3 sistemas que integram métodos quantitativos e de dinâmica atmosférica. O primeiro sistema, mais abrangente, relativo à gênese climática, fundamentado na climatologia dinâmica e nos padrões de circulação atmosférica, define os 3 climas zonais (Equatorial, Tropical e Temperado) e suas subunidades regionais. O segundo sistema delimita as regiões térmicas (Mesotérmico Mediano e Brando, Subquente e Quente) e fundamenta-se na frequência e médias dos valores extremos mensais. A classificação de regiões quanto aos padrões de umidade e seca mensais (que vão de Superúmido até Semiárido) é resultante do terceiro sistema adotado. Neste, o autor relaciona o número de meses secos com tipo de vegetação natural predominante, afim de mostrar a interação do regime climático com a biogeografia e a ecologia. Os 3 sistemas, e suas unidades relacionadas, são independentes e se superpõem, resultando em diversas regiões climaticamente e ecologicamente distintas. Originalmente idealizado e produzido por Edmon Nimer e sua equipe, em 1974, o mapa sofreu atualizações quanto à representação da classificação, sem interferência nos limites das unidades, nem tampouco houve atualização dos dados. As cores das unidades climáticas foram selecionadas para simbolizar a combinação da temperatura com a umidade.

  • Categories  

    Representação das Normais Climatológicas do Brasil (NCB) dos períodos de 1961 a 1990 e de 1991 a 2020, espacializadas por meio da localização geográfica das estações convencionais do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As representações englobam camadas geoespaciais referentes à média obtida para estes períodos em relação à Temperatura máxima, Temperatura mínima, Precipitação acumulada, Evapotranspiração, Umidade relativa do ar, Insolação, Pressão atmosférica e Direção predominante do vento. Os períodos de 1961 a 1990 e 1991 a 2020 configuram a caracterização temporal padrão de 30 anos, período mínimo que representa as características médias do clima em um determinado local, pois representam valores médios de variáveis meteorológicas calculados para um período relativamente longo e uniforme.

  • Categories  

    Trata-se da representação da sensibilidade municipal aos efeitos das mudanças climáticas. A Sensibilidade, um dos componentes da Vulnerabilidade, pode ser definida como a medida da resposta de um sistema submetido a uma alteração climática. Para desenvolver o Índice de Sensibilidade, dados sociais, ambientais e econômicos foram tratados e combinados, dando origem aos índices base para construção do arquivo vetorial, em formato polígono, que representa a variável em questão, por meio de escala de cores. O IMVC, juntamente com as informações suplementares contidas nesta ferramenta, visa auxiliar a elaboração de políticas públicas e a tomada de decisão no âmbito estadual e municipal quanto à definição e priorização de ações locais de redução da vulnerabilidade territorial e adaptação às mudanças do clima.