Carste
Type of resources
Available actions
Provided by
Representation types
Update frequencies
status
Scale
-
Representação vetorial das áreas prioritárias para melhoria de pastagens, resultantes de análise de priorização espacial para a região cárstica do Grupo Bambuí. O cenário “melhoria de pastagens” dá peso alto ao indicador Qualidade de pastagens e não considera o Potencial de regeneração (peso 0), compondo um ranking espacial contínuo (0–1) posteriormente classificado em quatro recortes de prioridade: Extremamente Alta (EA, 5%), Muito Alta (MA, 10%), Alta (20%) e Relevante (30%). As células priorizadas orientam ações de manejo/boas práticas agropecuárias para reduzir a degradação e, simultaneamente, favorecer a conservação espeleológica e da sociobiodiversidade.
-
Mapa de áreas prioritárias para restauração ecológica obtido por priorização espacial no carste do Grupo Bambuí. O cenário “restauração ecológica” prioriza áreas degradadas (principalmente pastagens) com alto potencial de regeneração natural, combinando os demais indicadores temáticos definidos em oficina (biodiversidade, espeleologia, fitofisionomias, recursos hídricos, serviços ecossistêmicos, vulnerabilidade de solos, oportunidades etc.). O resultado é um ranking contínuo (0–1) classificado em Extremamente Alta (EA, 5%), Muito Alta (MA, 10%), Alta (20%) e Relevante (30%) para apoiar decisões custo-eficientes de restauração.
-
Camada vetorial municipal que resume, para cada município abrangido pelo carste do Grupo Bambuí, o nível de prioridade derivado do ranking contínuo (0–1) produzido pela priorização espacial em grade de 1 km². Para cada polígono municipal calcula-se o percentil 70 dos valores de prioridade das células contidas (métrica escolhida por refletir a concentração de áreas prioritárias e reduzir a influência de valores isolados). O resultado é classificado em Extremamente Alta (EA, 5%), Muito Alta (MA, 10% — inclui EA), Alta (20%) e Relevante (30%), facilitando a comunicação e a tomada de decisão em escala administrativa.
-
Camada vetorial por UCs que sintetiza, para cada unidade de conservação que incide sobre o carste do Grupo Bambuí, o nível de prioridade derivado do ranking contínuo (0–1) produzido pela priorização espacial em grade de 1 km². Para cada UC, calcula-se o percentil 70 dos valores de prioridade das células contidas — métrica escolhida por representar a concentração de prioridades e reduzir a influência de pixels isolados. O resultado é classificado em Extremamente Alta (EA, 5%), Muito Alta (MA, 10% — inclui EA), Alta (20%) e Relevante (30%), facilitando a comunicação e a tomada de decisão em escala de UC.
-
Camada vetorial por ottobacias que sintetiza, para cada polígono da BHO/ANA nível 6, o nível de prioridade derivado do ranking contínuo (0–1) produzido pela priorização espacial em grade de 1 km². Para cada ottobacia, calculou-se o percentil 70 dos valores de prioridade das células contidas; essa métrica expressa a concentração de áreas prioritárias e reduz o efeito de pixels isolados de alta prioridade. O resultado é classificado em Extremamente Alta (EA, 5%), Muito Alta (MA, 10%, inclui EA), Alta (20%) e Relevante (30%), facilitando a comunicação e a tomada de decisão por unidade hidrográfica.
-
Representação das áreas de risco geológico de subsidência cárstica, mapeadas a partir do projeto "Geodiversidade do Estado de Minas Gerais", executado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), compatível com a escala 1:1.000.000. O Serviço Geológico do Brasil – CPRM disponibiliza Mapas descrevendo a Geodiversidade estaduais, nas escalas utilizadas para planejamento dos estados. Essa iniciativa insere-se num projeto maior, de dotar o Brasil de cartas temáticas territoriais do meio físico, como ferramentas de planejamento, em todas as áreas do nosso campo de atribuições institucionais. O Mapa Geodiversidade foi concebido para oferecer aos diversos segmentos produtivos, sociais e ambientais, uma tradução do conhecimento geológico-científico territorial, com vista a oferecer suporte à implantação das diversas atividades antrópicas dependentes sob a influência direta de fatores geológicos. Destina-se a um público-alvo variado, incluindo desde as empresas mineradoras tradicionais, passando pela comunidade acadêmica, gestores públicos da área de ordenamento territorial e gestão ambiental. Dotado de uma linguagem de compreensão universal, tendo em vista seu caráter multiuso, o mapa compartimenta o território estadual em unidades geológico-ambientais, destacando suas limitações e potencialidades, considerando-se a constituição litológica da supra e da infra-estrutura geológica. São abordadas, os aspectos geológicos que interferem em temas tais como obras de engenharia, suscetibilidades ao risco geológico, agricultura, recursos hídricos subterrâneos e fontes poluidoras, aspectos ambientais e potenciais minerais e geoturísticos. O projeto foi construído em Sistema de Informações Geográfica (SIG), cujos resultados são apresentados sob a forma de Mapa, SIG e Texto explicativo. Todo o material encontra-se disponível em DVD, em formato digital para consulta e donwload no site da CPRM/SGB e, ainda, nas bibliotecas regionais, para acesso ao público em geral. Materiais utilizados: Mosaicos de imagens Landsad GeoCover; Modelos digitais de elevação obtidos do SRTM com resolução de 90 m; pesquisas a banco de dados georeferenciados de órgão governamentais e de pesquisa (IBGE, DNPM, ANP, ICMBIO, CECAV, dentre outras); Levantamento de campo. Procedimentos metodológicos: 1- Preparação da Base cartográfica; 2-Agrupamento das unidades geológicas em domínios e unidades geológico-ambientais; 3- Fotointerpretação dos padrões de relevo presentes em cada unidade geológico-ambiental (UNIGEO); 4- Levantamento de informações de campo; 5- Aquisição de informações e organização do banco de dados georeferenciados; 6- Descrição das adequabilidade/potencialidades/limitações das UNIGEOs; 7- Consolidação dos dados e elaboração do SIG/Mapa/Texto explicativo.
IDE-Sisema | Metadados