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    Delimitação das unidades de conservação estaduais em Minas Gerais, sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e classificadas quanto a tipologia de conservação – Proteção Integral ou Desenvolvimento Sustentável.

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    Mapeamento das Áreas conservadas e antropizadas da sub-bacia do rio Uberabinha, elaborado a partir da análise quantitativa das classes de uso e ocupação do solo, além da geração do Índice de conservação da sub-bacia. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado Associação para a Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro (ANGÁ) em 2018

  • Identificação da disponibilidade hídrica da sub-bacia do ribeirão Santa Isabel, através da relação entre a vazão de referência do trecho e a demanda hídrica estimada. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Fundação Alexander Brandt (FABRANDT) em 2018.

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    Delimitação da sub-bacia hidrográfica do ribeirão do Machadinho, extraída a partir das ottobacias do rio Grande, disponibilizadas pelo Igam na IDE-Sisema.

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    Usuários de Água Subterrânea de Outorgas Individuais e de Cadastro Insignificante da bacia hidrográfica de Ouro Preto consistidos a partir dos procedimentos mencionados na 4ª edição da metodologia.

  • Mapeamento das APPs hídricas conservadas e antropizadas da sub-bacia do ribeirão Santana, elaborado a partir da análise quantitativa das classes de uso e ocupação do solo, além da geração do Índice de antropização das APPs da sub-bacia. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da região, elaborado pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em 2021.

  • Camada temática que representa as áreas prioritárias relacionadas à garantia de suprimento por fontes subterrâneas, no âmbito do Eixo 2 – Produção Sustentável e Uso Racional dos Recursos Hídricos, do Plano Mineiro de Segurança Hídrica (PMSH). A priorização foi realizada por meio de análise espacial multicritério aplicada às Unidades Agregadas derivadas da Base Hidrográfica Ottocodificada, tendo como critério principal a criticidade hídrica subterrânea, que considera conjuntamente o balanço hídrico subterrâneo (com base nas outorgas e usos insignificantes) e a existência de Áreas de Restrição e Controle (ARC). A classificação inicial das unidades agregadas foi definida a partir do grau de comprometimento hídrico subterrâneo, com atribuição de pesos proporcionais aos níveis de criticidade e aplicação de fator adicional nas áreas com ARC. Sobre essa base, foram aplicados critérios adicionais de refinamento, relacionados a: • demandas totais por águas subterrâneas • potencial de arrecadação pela cobrança pelo uso dos recursos hídricos As unidades agregadas foram classificadas em níveis de prioridade a partir da aplicação sequencial desses critérios, resultando no mapeamento das áreas prioritárias para ações voltadas à segurança hídrica associada às águas subterrâneas. Os níveis variam de 1 (maior prioridade) a 10 (menor prioridade). A metodologia detalhada encontra-se descrita no Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003), disponível no repositório institucional do IGAM: • Repositório geral do PMSH: http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5234 • Relatório de Mapeamento das Áreas Prioritárias (RF003): http://repositorioigam.meioambiente.mg.gov.br/handle/123456789/5229

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    Usuários de água subterrânea de outorgas individuais e de cadastro insignificante da sub-bacia hidrográfica do Córrego Rico, consistidos a partir dos procedimentos mencionados na 3ª edição da metodologia do Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP). O mapeamento integra o ZAP da sub-bacia, elaborado em 2022

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    Classes de uso e ocupação da terra das sub-bacias hidrográficas de Ouro Preto utilizando classificação da imagem orbital Sentinel-2 e validados através verificação in loco.

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    Resultado da álgebra de mapas para o Potencial de Uso Conservacionista da sub-bacia do Córrego Rico, baseado na metodologia proposta por Costa et al. (2017). O mapeamento constitui parte do Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado em 2022