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Delimitação das unidades de conservação estaduais em Minas Gerais, sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e classificadas quanto a tipologia de conservação – Proteção Integral ou Desenvolvimento Sustentável.
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Áreas de preservação permanente da sub-bacia hidrográfica do ribeirão das Pedras e dos Córregos do Feijão e da Cruz. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pelo NEPZAP UFVJM em 2023
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Áreas de Preservação Permanente (APPs) da sub-bacia do ribeirão do Machadinho, delimitadas conforme Lei nº 20.922/2013 e sobre a hidrografia corrigida da sub-bacia.
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Representação espacial das emissões pontuais e por área de Monóxido de Carbono (CO), Óxidos de Nitrogênio (NOx) e Material Particulado (MP) em Belo Horizonte, fruto de um trabalho cooperativo entre Semad, Armbh, Seinfra, BHTrans, Unicamp e UFMG para identificar (por meio de Inventários de Emissões Veiculares - IEV), representar e divulgar os níveis de emissões dos poluentes do tráfego veicular de Belo Horizonte - MG (ano base 2019) que impactam na qualidade do ar e, a partir disso, compor a base de informações para a completa gestão ambiental das emissões de poluentes atmosféricos e da qualidade do ar e para subsidiar o planejamento de políticas de mobilidade que minimizem os impactos negativos das emissões veiculares e consequentemente colaborem para a melhoria da qualidade do ar.
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Mapeamento das áreas conservadas e antropizadas das APPs da sub-bacia hidrográfica do ribeirão das Pedras e dos Córregos do Feijão e da Cruz. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pelo NEPZAP UFVJM em 2023
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Mapa de ocorrências minerárias no Estado de Minas Gerais, elaborado a partir da sobreposição dos mapas de polígonos de direito minerário com o mapa de recursos minerais. O recurso integra o componente físico do Zoneamento Ecológico-Econômico de Minas Gerais, elaborado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), em convênio com o Sisema, entre 2005 e 2008.
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Potencial de Uso Conservacionista da sub-bacia do ribeirão do Machadinho, conforme metodologia proposta por Costa et al. (2017).
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Localização geográfica dos usuários de água da sub-bacia hidrográfica do ribeirão das Pedras e dos Córregos do Feijão e da Cruz. O mapeamento integra o Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia, elaborado pelo NEPZAP UFVJM em 2023
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Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO) da bacia do rio Paraíba do Sul, composta pelos ottotrechos de drenagem e ottobacias das áreas de contribuição hidrográfica correspondentes. A BHO utilizada pelo IGAM é um produto criado pela ANA para a gestão de recursos hídricos. É obtida a partir do Mapeamento Sistemático Brasileiro. A BHO é gerada a partir da cartografia digital da hidrografia do país e organizada de modo a gerar informações hidrologicamente consistentes. Para tanto, a BHO representa a rede hidrográfica em trechos entre os pontos de confluência dos cursos d'água de forma unifilar. Cada trecho é associado a uma superfície de drenagem denominada ottobacia, à qual é atribuída a codificação de bacias de Otto Pfafstetter. Uma característica essencial dessa representação é ser topologicamente consistente, isto é, representar corretamente o fluxo hidrológico dos rios, por meio de trechos conectados e com sentido de fluxo. O IGAM fez um trabalho de recorte da BHO para atender ao Estado de Minas Gerais e após o recorte foi feito um trabalho de consistência topológica eliminando sobreposições e pequenos buracos contidos na base. A BHO de Minas Gerais, foi segmentada em 17 bacias hidrográficas de rios de domínio da união, que são: São Francisco (SF), Grande (GD), Doce (DO), Jequitinhonha (JQ), Paranaíba (PN), Paraíba do Sul (PS), Pardo (PA), Mucuri (MU), São Mateus (SM), Piracicaba e Jaguari (PJ), Buranhém (BU), Itabapoana (IB), Itanhém (IN), Itapemirim (IP), Itaúnas (IU), Jucuruçu (JU), Peruípe (PE). Os arquivos referentes às áreas de contribuição hidrográfica, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_AREA_DRENAGEM.gpkg ‐ representação poligonal das áreas de contribuição hidrográfica, ottobacia, para cada trecho de drenagem, com seu código de bacia obtido a partir da metodologia de Otto Pfafstetter. Os arquivos referentes aos trechos de drenagem, tem sua origem no arquivo disponibilizado pela ANA abaixo: - GEOFT_BHO_TRECHO_DRENAGEM.gpkg ‐ representação linear unifilar do fluxo dágua principal de um corpo dágua sob a forma de trechos de drenagem provenientes da cartografia. Essa representação é compatível com a codificação de bacias de Otto Pfafstetter.
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Camada que representa as zonas de amortecimento das unidades de conservação no estado de Minas Gerais, formalmente definidas nos planos de manejo das respectivas áreas protegidas.
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